O TDAH e o TOD não são, por si só, deficiência automática como o autismo. Mas isso não quer dizer que não há direito: tudo depende de quanto o transtorno impacta a vida do seu filho. A gente explica, com honestidade, quando vale e como se prova.
No autismo, a Lei Berenice Piana já equipara a pessoa à deficiência. Para o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) e o TOD (Transtorno Opositor Desafiador), não existe essa equiparação automática. O que conta para o BPC é o impacto funcional de longo prazo: o quanto o transtorno gera impedimento e barreiras concretas na vida da pessoa.
Honestidade acima de tudo. Nem todo TDAH ou TOD vai dar direito ao BPC — e dizer isso faz parte do nosso trabalho sério. O que avaliamos é a gravidade, as comorbidades e o impacto real no dia a dia, na escola e nas relações. Quando há um caso forte, a gente luta por ele.
Normalmente quando o transtorno é grave e/ou vem acompanhado de outras condições, gerando impedimento duradouro (pelo menos 2 anos) e barreiras importantes. Alguns sinais que costumam pesar:
Como não há equiparação automática, a documentação é ainda mais decisiva: laudos detalhados, relatórios da equipe (psicólogo, neuro, psicopedagogo), relatórios escolares e o registro do impacto na rotina. É isso que demonstra o impedimento à perícia biopsicossocial. Veja como nos preparamos para a perícia.
Avaliamos com franqueza se o caso é forte para o BPC — sem criar falsas expectativas.
Ajudamos a reunir laudos, relatórios e o registro do impacto na escola e no dia a dia.
Conduzimos o pedido e, se negado, o recurso e a ação judicial.
Você fica sempre informado sobre cada etapa, em linguagem simples.
Depende da gravidade e do impacto. Não é automático como o autismo. Avaliamos o caso com honestidade para dizer se há um caminho.
O autismo já é deficiência por lei; a comorbidade com TDAH costuma reforçar o impacto funcional. Tende a ser um caso mais forte — analisamos os detalhes.
A necessidade de tratamento contínuo é parte do quadro. O que se avalia é o impedimento e as barreiras, considerando a realidade do tratamento. Cada caso é único.
Pode valer, especialmente se a prova era frágil ou se o quadro evoluiu. Veja a página sobre BPC negado.
Conte a sua história para a gente. A primeira análise é sem compromisso — e a gente fala a verdade sobre as suas chances.
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