Vocês viviam juntos, mas não eram casados no papel — e o INSS negou? Essa é a negativa mais comum, e também uma das mais reversíveis. A lei reconhece a união estável; o que falta, em geral, é provar a convivência. E provar é exatamente o que a gente sabe fazer.
Sim. Para a pensão por morte, o(a) companheiro(a) em união estável tem os mesmos direitos do cônjuge — inclusive em uniões homoafetivas. A diferença é que o casamento se prova com uma certidão, e a união estável precisa ser demonstrada. O que se comprova é uma convivência pública, contínua e duradoura, com intenção de constituir família.
A regra de ouro: combinar início de prova material (documentos da época) com prova testemunhal. Quanto mais variadas as fontes e mais tempo elas cobrirem, mais forte fica o caso. Provas que costumam pesar:
Não tem todos esses documentos? Calma. Quase ninguém tem. O nosso trabalho é justamente identificar, no meio da sua história, as provas que você nem imaginava que serviam — e organizá-las de um jeito que conta a verdade da sua relação.
Há casos mais delicados que exigem estratégia: união de curta duração (que afeta a duração da pensão), união putativa (quando havia boa-fé) e relacionamentos simultâneos — temas em que a jurisprudência vem evoluindo. Em todos eles, analisamos a sua situação à luz do entendimento atual dos tribunais.
Ouvimos a sua história e identificamos quais documentos e testemunhas podem comprovar a união.
Reunimos e organizamos tudo em ordem cronológica, do jeito que a Justiça e o INSS entendem.
Conduzimos o pedido e, se já foi negado, o recurso e a ação judicial.
Você fica sempre informado sobre cada etapa, em linguagem simples.
Pode ter, mas o tempo de união influencia a duração da pensão. Avaliamos a sua situação para mostrar o que se aplica.
Não impede. A convivência pode ser demonstrada por vários elementos. Casais que, por trabalho ou saúde, tinham endereços distintos também podem comprovar a união.
É uma situação delicada (separação de fato, relacionamentos simultâneos). A jurisprudência vem tratando esses casos — analisamos o seu à luz do entendimento atual.
O ideal é somar testemunhas a algum início de prova material. Ajudamos a buscar documentos que você talvez não tenha pensado, para fortalecer o caso.
Conte a sua situação para a gente. A primeira análise é sem compromisso — e já te orientamos sobre as provas.
Quero falar com um advogado